Quando sua mãe, de apenas 17 anos, estava no sétimo mês de gestação, decidiu abortá-la. A mãe foi aconselhada a optar pela morte
de Gianna por envenenamento com solução salina injetada no líquido
amniótico. A solução faz o bebê ser monstruosamente queimado por dentro
e por fora e expelido sem vida em menos de 24 horas. Gianna conta ter sido queimada viva pela solução salina no útero de
sua mãe por 18 horas. Mas, para a chocante surpresa de seus algozes,
nasceu viva numa clínica de abortos de Los Angeles (EUA). Seus
registros médicos dizem, para qualquer cético ver: “nascida durante
aborto por evenenamento salino”.
Ela conta que pesava meros 900 g ao nascer e que, por conta do
envenenamento, foi diagnosticada com paralisia cerebral devido à falta
de oxigênio no cérebro enquanto lutava pela vida em meio à solução
salina. Os médicos disseram que ela jamais seria capaz de levantar a
cabeça, sentar, engatinhar ou andar. Mas, contrariando os prognósticos,
ela começou a andar por volta dos três anos e meio de vida com a ajuda
de um andador e suporte para as pernas. Sua única sequela aparente é um
leve mancar no caminhar, mas, para quem não deveria sequer estar
levantando a cabeça, é um assombro. Em 30 de abril de 2005, Gianna
completou sua primeira maratona de 42 km após correr por 7 horas. Em 23
de abril de 2006, completou a maratona de Londres. Está determinada a
correr todas as maratonas que puder como prova de vitória da vida sobre
a morte, já que não queriam que corresse — sequer que vivesse.
Ela não deveria estar andando, falando, enxergando, pensando ou sequer
estar viva, mas, por milagre, está. Ela reconhece a intercessão de
nosso Pai Celestial defendendo-a do crime monstruoso tentado contra ela
e presta um poderosíssimo testemunho disso nas palestras contra o
aborto que faz no mundo todo.