A cada leitura Madame Bovary se revela mais interessante. É o tipo de livro que eu gosto. Capítulos curtos, e ao fim de cada um, algo bombástico é apresentado. Me surpreendi intensamente ao ver nesse livro, duas versões de fatos. A felicidade que ele imaginava que ela tivesse, e a felicidade que ela realmente tinha. Talvez esse livro revele um pouco sobre mim, mas é cedo para dizer isso. Muito cedo. Primeiro, continuemos a leitura.. E por sinal, é isso que farei agora!
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E se me perguntassem hoje o que sempre me perguntam, eu diria que não, que não me arrependo de ter lutado pela felicidade que tanto queria. Faria de novo. E se me perguntassem ainda, se eu tinha razão, eu diria que não precisava de razões para ser feliz, que a felicidade era o meu argumento.
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E se me perguntassem hoje o que sempre me perguntam, eu diria que não, que não me arrependo de ter lutado pela felicidade que tanto queria. Faria de novo. E se me perguntassem ainda, se eu tinha razão, eu diria que não precisava de razões para ser feliz, que a felicidade era o meu argumento.
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