– Acorda pela manhã achando que morreu e está no Céu, mas percebe que é apenas mais um daqueles dias de neblina eterna.
– Acha normal alguém te chamar de "porco dio".
– Em uma simples caminhada pelo Calçadão ouve conversas em pelo menos quatro idiomas diferentes.
–
Está dirigindo e, sem mais nem menos, um pedestre pula de sopetão à sua
frente, e atravessa a rua como se estivesse contemplando o Mar Morto.
– Está caminhando e decide atravessar a rua como se estivesse contemplando o Mar Morto.
–
Aos domingos, sente seus tímpanos explodirem ao passar sem querer em
meio à guerra musical dos carros estacionados no Centro.
– Mora no Centro querendo morar nos bairros, e mora nos bairros querendo morar no Centro.
– Pessoas de outras cidades exclamam seu espanto em saber que "O quê? Carlos Barbosa tem cinema"?
– Procura pelo Contexto no sábado de manhã.
– Passa alguém na rua e você não conhece.
– Fica intrigado por não conhecer alguém na rua.
– Não faz confusão entre Santa Rosa, Santa Clara e Santa Luiza.
– Vai ao trabalho de carro. Detalhe: você mora a 60 metros do local.
– Escuta a tradicional piada: "O pessoal de Barbosa tem a faca e o queijo nas mãos", "Ha ha ha"!
– Quase capota o carro indo para Arcoverde.
– Ao passear pela Ciclovia, caminha na área das bicicletas e pedala na parte dos pedestres.
– Gostaria de ver o trem chegando na Estação.
– Pára tudo o que está fazendo para ouvir a nota de falecimento no alto-falante da Matriz.
– Em um único dia se depara com as quatro estações do ano.
– Aos berros, pergunta: "Essa neblina não vai embora nunca?"
- Olha a cidade do topo do Morro Calvário e acredita, por alguns instantes, estar no topo do mundo.
- Conhece as pessoas mais velhas que você pelo apelido (o Quito, o
Bolívia, o Xidi, o Nhanca...) ou pelo sobrenome (o Gusso, o Danieli, o
Baldassinho, o Tcheratti, o Toretti, o Troian...), mas raramente pelo
primeiro nome, ou pelo nome de batismo.
- Conhece as pessoas mais novas que você como "o filho do Baldasso", "o filho do Gusso", "o filho do Quito".
- Fala que torce pela ACBF ao invés de "pelo Carlos Barbosa".
- Vai comer sorvete italiano na Lancheria Original e senta nos bancos da praça para olhar o movimento.
- Continua se referindo ao Espaço 35 como "Varejo", mesmo que o Varejo da Tramontina tenha se mudado dali há 5 anos.
- Mora no Aparecida, mas diz que é Ponte Seca.
- Mora no Aurora ou no Planalto, mas diz que é Centro.
– Sabe de cor o "Melô do Cooper", do Miramar, e o "Minha Lady", do Alma Nova...
– Escuta o Batata dizer pela milésima vez "Xizão na lancheria hoje?" sem estranhar.
- É chamado de "Cabeçãoooooo" pelo Bordin..
- Reclama, reclama, reclama que aqui não tem nada, mas continua achando o melhor lugar do mundo para morar.
- Chega em casa as 5 da manha e vê que tem alguém espiando na janela, só para ter assunto no dia seguinte.
Eis minha Cidadezinha, Carlos Barbosa.
– Acha normal alguém te chamar de "porco dio".
– Em uma simples caminhada pelo Calçadão ouve conversas em pelo menos quatro idiomas diferentes.
–
Está dirigindo e, sem mais nem menos, um pedestre pula de sopetão à sua
frente, e atravessa a rua como se estivesse contemplando o Mar Morto.
– Está caminhando e decide atravessar a rua como se estivesse contemplando o Mar Morto.
–
Aos domingos, sente seus tímpanos explodirem ao passar sem querer em
meio à guerra musical dos carros estacionados no Centro.
– Mora no Centro querendo morar nos bairros, e mora nos bairros querendo morar no Centro.
– Pessoas de outras cidades exclamam seu espanto em saber que "O quê? Carlos Barbosa tem cinema"?
– Procura pelo Contexto no sábado de manhã.
– Passa alguém na rua e você não conhece.
– Fica intrigado por não conhecer alguém na rua.
– Não faz confusão entre Santa Rosa, Santa Clara e Santa Luiza.
– Vai ao trabalho de carro. Detalhe: você mora a 60 metros do local.
– Escuta a tradicional piada: "O pessoal de Barbosa tem a faca e o queijo nas mãos", "Ha ha ha"!
– Quase capota o carro indo para Arcoverde.
– Ao passear pela Ciclovia, caminha na área das bicicletas e pedala na parte dos pedestres.
– Gostaria de ver o trem chegando na Estação.
– Pára tudo o que está fazendo para ouvir a nota de falecimento no alto-falante da Matriz.
– Em um único dia se depara com as quatro estações do ano.
– Aos berros, pergunta: "Essa neblina não vai embora nunca?"
- Olha a cidade do topo do Morro Calvário e acredita, por alguns instantes, estar no topo do mundo.
- Conhece as pessoas mais velhas que você pelo apelido (o Quito, o
Bolívia, o Xidi, o Nhanca...) ou pelo sobrenome (o Gusso, o Danieli, o
Baldassinho, o Tcheratti, o Toretti, o Troian...), mas raramente pelo
primeiro nome, ou pelo nome de batismo.
- Conhece as pessoas mais novas que você como "o filho do Baldasso", "o filho do Gusso", "o filho do Quito".
- Fala que torce pela ACBF ao invés de "pelo Carlos Barbosa".
- Vai comer sorvete italiano na Lancheria Original e senta nos bancos da praça para olhar o movimento.
- Continua se referindo ao Espaço 35 como "Varejo", mesmo que o Varejo da Tramontina tenha se mudado dali há 5 anos.
- Mora no Aparecida, mas diz que é Ponte Seca.
- Mora no Aurora ou no Planalto, mas diz que é Centro.
– Sabe de cor o "Melô do Cooper", do Miramar, e o "Minha Lady", do Alma Nova...
– Escuta o Batata dizer pela milésima vez "Xizão na lancheria hoje?" sem estranhar.
- É chamado de "Cabeçãoooooo" pelo Bordin..
- Reclama, reclama, reclama que aqui não tem nada, mas continua achando o melhor lugar do mundo para morar.
- Chega em casa as 5 da manha e vê que tem alguém espiando na janela, só para ter assunto no dia seguinte.
Eis minha Cidadezinha, Carlos Barbosa.
6 comentários:
ahhahahahha, onde é?
É no Rio Grande do Sul, mais ou menos 100km da Capital, que é POA! Um grupo de Barbosenses descreveram a cidade de um modo diferente em uma comuna do orkut. Aqui tem mais ou menos 25000 habitantes, mas é diferente dos outros lugares, por que é tudo muito limpo, muito organizado. Praticamente não existe desemprego, analfabetismo.. Nunca vi um mendigo na rua! É bem desenvolvido tecnologicamente, por causa da Irwin, Tramontina, Grendene. Um lugar bom e bonito, para se viver! Beijo. =)
moro em um lugar semelhante,mas sem tantos elogios. hehe
Ha-há, é massa! Como foi lá na prova?
Idem a Jeisy! Acontece que a minha cidade do interior é pequena demais para nós jovens que queremos diversão e grande demais para os aposentados que querem um pouco de sossego. Huahuahauahua! Pare e repare! ;P
Ha-há, gostei da frase Larinha: 'minha cidade do interior é pequena demais para nós jovens que queremos
diversão e grande demais para os aposentados que querem um pouco de
sossego'. Ha-há, Beijo!
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