Foram 3 longos dias, de três turnos comprometidos. Manhã, Tarde e Noite de trabalho e estudo. Foi puxado, pois levantar as 5h e dormir a 00h não é fácil. Mas eu sobrevivi, e agora, para completar o fim dessa jornada, resolvi escrever esse post.
Sei que um dia irei rir disso tudo. Dessas loucuras que tenho enfrentado em minha rotina, de pegar ônibus 4 vezes em um único dia para ir até outra cidade estudar; tendo que ficar quase 2h à toa, pelo fato do ônibus chegar as 7h, e minha aula começar as 8h, e dele me pegar as 12h, sendo que minha aula termina as 11h. Também irei rir dos meus múltiplos trabalhos, e de tudo o que já fiz e aprendi com eles. Das pizzas que levei, das escadas que coloquei para fora e para dentro da loja, de todas as pessoas sensacionais e insuportáveis que conheci.
Queria estar em uma realidade melhor a que me encontro. No auge da faculdade, colhendo os frutinhos que plantei. Desejaria também, estar estagiando em algum lugar que abrangesse os conhecimentos que tenho desenvolvido em meu curso, mas é cedo ainda, preciso esperar. E isso, é o que me dói mais, a espera.
Mas vou me esforçar. Pois sei que somente por meio do meu esforço chegarei em algum lugar. Quando nos esforçamos, estamos gerando uma força capaz de atrair e abrir oportunidades que aos nossos olhos são invisíveis. E se além de fazermos isso, acreditarmos que estamos aptos ao que está por vir, e crentes de que esse dia será próximo, podemos nos surpreender com os resultados.
¬¬
Tive uma colega no Ensino Médio, que apesar de não sermos muito próximas, me gerava um sentimento de admiração. Já vi pessoas esforçadas, mas como ela, nunca. Trabalhava arduamente todas as tardes e ainda TODO o sábado, e mesmo assim tirava notas altas, e fazia todos os trabalhos e temas com afinco. Além é claro, de fazer parte de uma orquestra e uma banda aqui na cidade. Lembro-me que uma vez ela disse que "chorava quase todas as noites". Acho que fazia menção ao sufoco pelo qual passava para conseguir manter tudo em ordem. E sabe, por mais insignificante que possa vir a ser isso, me fez ver que mesmo as pessoas mais competentes passam por crises existenciais onde sofrem por aquilo que precisam enfrentar, e que ao fazerem isso, elas não morrem, pelo contrário se fortalecem (o que aliás, era dito por Nietzsche). A rotina dela continua puxada, mas evoluiu. Hoje ela está na área dela. Crescendo com os conhecimentos que adquiriu.Fico feliz por ela, por que de certa forma, ela é a minha motivação em alguns momentos onde não tenho forças para continuar.
Vou lá deitar, tô com muito sono. E já escrevi demais por agora. Até mais tarde!
:P
Sei que um dia irei rir disso tudo. Dessas loucuras que tenho enfrentado em minha rotina, de pegar ônibus 4 vezes em um único dia para ir até outra cidade estudar; tendo que ficar quase 2h à toa, pelo fato do ônibus chegar as 7h, e minha aula começar as 8h, e dele me pegar as 12h, sendo que minha aula termina as 11h. Também irei rir dos meus múltiplos trabalhos, e de tudo o que já fiz e aprendi com eles. Das pizzas que levei, das escadas que coloquei para fora e para dentro da loja, de todas as pessoas sensacionais e insuportáveis que conheci.
Queria estar em uma realidade melhor a que me encontro. No auge da faculdade, colhendo os frutinhos que plantei. Desejaria também, estar estagiando em algum lugar que abrangesse os conhecimentos que tenho desenvolvido em meu curso, mas é cedo ainda, preciso esperar. E isso, é o que me dói mais, a espera.
Mas vou me esforçar. Pois sei que somente por meio do meu esforço chegarei em algum lugar. Quando nos esforçamos, estamos gerando uma força capaz de atrair e abrir oportunidades que aos nossos olhos são invisíveis. E se além de fazermos isso, acreditarmos que estamos aptos ao que está por vir, e crentes de que esse dia será próximo, podemos nos surpreender com os resultados.
¬¬
Tive uma colega no Ensino Médio, que apesar de não sermos muito próximas, me gerava um sentimento de admiração. Já vi pessoas esforçadas, mas como ela, nunca. Trabalhava arduamente todas as tardes e ainda TODO o sábado, e mesmo assim tirava notas altas, e fazia todos os trabalhos e temas com afinco. Além é claro, de fazer parte de uma orquestra e uma banda aqui na cidade. Lembro-me que uma vez ela disse que "chorava quase todas as noites". Acho que fazia menção ao sufoco pelo qual passava para conseguir manter tudo em ordem. E sabe, por mais insignificante que possa vir a ser isso, me fez ver que mesmo as pessoas mais competentes passam por crises existenciais onde sofrem por aquilo que precisam enfrentar, e que ao fazerem isso, elas não morrem, pelo contrário se fortalecem (o que aliás, era dito por Nietzsche). A rotina dela continua puxada, mas evoluiu. Hoje ela está na área dela. Crescendo com os conhecimentos que adquiriu.Fico feliz por ela, por que de certa forma, ela é a minha motivação em alguns momentos onde não tenho forças para continuar.
Vou lá deitar, tô com muito sono. E já escrevi demais por agora. Até mais tarde!
:P
Nenhum comentário:
Postar um comentário